Você paga duas vezes
Primeiro pra trazer o aluno. Depois, quando ele cancela, pra trazer outro no lugar. Enquanto o churn não for tratado, escalar anúncio só acelera o vazamento.
Por anos o mercado digital brasileiro foi obcecado por uma coisa só: aquisição. Tráfego, funil, lançamento. Tudo o que se investiu foi pra trazer aluno novo, nada pra manter quem já estava dentro. Agora o custo de aquisição subiu, a conversão caiu, e a conta parou de fechar pra muita gente.
Estima-se que apenas 13% das pessoas que compram um curso o assistem por completo.
— e cada aluno que não consome é um reembolso ou um cancelamento esperando pra acontecer
Primeiro pra trazer o aluno. Depois, quando ele cancela, pra trazer outro no lugar. Enquanto o churn não for tratado, escalar anúncio só acelera o vazamento.
A maioria dos produtores descobre o cancelamento no fechamento do mês, quando não dá mais pra fazer nada. Dá pra saber com semanas de antecedência: quem parou de assistir, quem atrasou o pagamento.
Checkout que não integra, área de membros confusa, aluno que não acha a aula. Nada disso aparece no painel de anúncio, mas tudo isso derruba conversão e aumenta reembolso.
Um lançamento é um pico: entra caixa, sobe o custo, e em três meses você precisa fazer tudo de novo. Uma base de assinantes que não cancela cresce sozinha: o mesmo aluno paga de novo sem você gastar um centavo de mídia pra isso. Essa é a virada que a gente ajuda a fazer.
Caixa em serrote, equipe em pânico a cada ciclo, e a sensação de recomeçar do zero toda vez. Se o lançamento seguinte performar pior, o negócio inteiro sente.
Receita previsível, aluno que consome e renova, e o anúncio virando acelerador em vez de respirador. O LTV cresce enquanto o custo de aquisição fica igual.
No digital, o Vender Sempre não para na venda: ele cuida do caminho inteiro, do anúncio ao aluno que renova. Os mesmos 5 pilares, com foco em LTV.
Tráfego para página e VSL com rastreamento correto: Pixel, GA4 e API de Conversões verificados, para escalar o que vende e cortar o que queima verba.
Autoridade do especialista no Instagram e no YouTube, conteúdo que sustenta a decisão de compra e prova social de quem já está dentro.
Dentro da área de membros também: acervo organizado, aula fácil de achar e trilha clara. Aluno que consome é aluno que renova.
Assinatura, upgrade, order bump e condição de renovação: ofertas que aumentam o ticket e o tempo de permanência na base.
Leitura da base por API, alerta de risco de cancelamento, recuperação de atrasado e automação de cobrança. Quando o CAC sobe, a gente puxa a alavanca do LTV.
E opera por API, não clicando em painel. Isso importa mais do que parece: quando a plataforma trava, quando você precisa mexer em cem itens de uma vez, ou quando quer um relatório que a ferramenta não oferece, quem só sabe clicar fica parado.
Leitura assinatura por assinatura direto na API: quem está ativo, quem atrasou, quem é anual e quem é mensal. Dá pra recuperar quem está prestes a cancelar em vez de descobrir no fechamento.
640 GB e 153 vídeos inventariados, com 105 títulos padronizados de uma vez via API. Aluno que não encontra a aula é aluno que cancela: organizar acervo é retenção, não é faxina.
TheMembers e Hotmart por API direta: criação de acesso, liberação em massa, link mágico de login, push e ranking. Inclusive nos casos em que a interface trava e só o envio direto resolve.
Fluxos próprios pra lembrete de renovação, recuperação de atrasado e boas-vindas. É onde a recorrência para de vazar sem ninguém precisar lembrar de mandar mensagem na mão.
Reconstruímos um site de produto que tinha sido invadido com spam no WordPress: virou React, VSL hospedada, checkout integrado. Página lenta ou fora do ar queima verba em silêncio.
Pixel, GA4 e API de Conversões verificados ao vivo. Em produto digital, atribuição errada faz você matar a campanha que estava vendendo e escalar a que estava queimando dinheiro.
Um bom gestor de tráfego resolve o topo do funil. O problema é que, em produto digital, o topo do funil é a parte mais fácil.
Em restaurante e imobiliário a gente mostra volume de venda e de lead, porque o histórico está lá e é grande. Em produto digital, nossa força hoje não é volume de mídia: é operação. Seria fácil pegar uma campanha pequena, mostrar um número bonito e chamar de case. Não vamos fazer isso. O que a gente entrega está listado acima, é verificável, e é justamente a parte que quase ninguém quer fazer.
A gente também roda restaurantes, imobiliário e serviços locais, e o método é o mesmo em todos. Dá uma olhada nos outros mercados ou fala com a gente sobre o seu.
Me conta o que você vende, em qual plataforma está e onde acha que está perdendo gente. Eu te digo se o gargalo é tráfego ou se é estrutura, e, na maioria das vezes que a gente olha, é estrutura.